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quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Cinco Estágios da Carreira

Por: Adriana Naves


Existem cinco estágios em uma carreira:

O primeiro estágio é aquele em que o funcionário precisa usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.

No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor de Contas a Pagar.

No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa se transforma em sobrenome: Heitor do Banco Tal.

No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, Diretor do Banco Tal.

Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam a se referir a ele como 'o meu amigo Heitor, Diretor do Banco Tal'.

Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra sua vontade, um 'amigo profissional'.

Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.

Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.

Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um estiver sendo útil ao outro.

Amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Amigos profissionais solicitam favores.

Amigos de verdade estão no coração. Amigos profissionais estão numa planilha.

É bom ter uma penca de amigos profissionais. É isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.

Algum dia - e esse dia chega rápido - os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos quando amizade era coisa de amadores.


Fonte: Business Woman Blog
Enviada pela minha amiga Evinha

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Carreira: a Crise Como Ferramenta de Transformação

Entenda com uma crise pode ser usada como instrumento de transformação

Por Eduardo Zugaib

"Você sabe que a maré não está moleza e quem não fica dormindo de touca já sabe da situação. Eu sei que dói no coração, falar do jeito que falei, dizer que o pior aconteceu. Pode guardar as panelas que hoje o dinheiro não deu..."

No momento em que escrevo esse texto, o mundo inteiro está digerindo a grande crise que assola os países europeus. Curiosamente, os versos que abrem este capítulo, refrão de um dos eternos sambas do brasileiro Paulinho da Viola, estão, neste mesmo instante, completando 30 anos. O curioso aqui é óbvio: ele também fala sobre crise – e no Brasil. E serve para lembrar-nos que, em todos os momentos da nossa história pessoal ou da história do nosso mundo, mesmo naquele em que tudo possuía uma aparente estabilidade, sempre estivemos digerindo uma ou várias crises, nos mais diversos ambientes: político, econômico, ambiental e por aí vai.

Hoje, exatamente hoje, enquanto você lê esse texto, há um mundo que está acabando e um mundo novo que está surgindo. Ontem foi assim também. Amanhã também será assim. Independente dos dias que já vivemos, sempre estivemos no ponto em que havia um mundo acabando e outro mundo começando. Quando o homem descobriu o fogo, a roda, inventou a pólvora, empreendeu navegações em busca de novas terras, inventou vacinas, iniciou guerras, enfrentou catástrofes... Tanto em fatos mais significativos como esses, como também naqueles mais cotidianos, a humanidade sempre esteve no exato momento em que um mundo velho acabava e um mundo novo iniciava.

Saindo do plano macro para o pessoal, você se lembra de algum fato negativo que tenha acontecido já há alguns anos com você e que tenha resultado em uma crise? Pode ser um fato pessoal, como a perda de um familiar querido, ou profissional, como uma demissão inesperada ou a evaporação da empresa em que trabalhava e apostava todas as suas fichas e pretensões. Responda a si mesmo, com sinceridade: ao longo dos anos, depois da digestão do fato em si, você se tornou mais forte ou mais fraco? A probabilidade de ter ficado mais forte é maior. É ela que demonstra o real significado de crise: a mudança. Mudança que é a única certeza da vida, depois "daquela outra" que todo mundo já sabe. E quando a mudança chega, as alternativas que nos restam são poucas, duas apenas: ser vítima e deixar-se levar pela onda, ou ser um protagonista, entendendo a mudança e promovendo transformações e novos conhecimentos a partir dela.

Diante do desemprego, um dos grandes fantasmas que nos assombram, provocado pela iminência de uma crise que pode tanto estar acontecendo no plano macro do mundo, como num plano menor, que é o da empresa ou num plano micro, que é o da nossa vida pessoal. Frente a ele, quais são as alternativas? De repente, num dia qualquer, você é chamado pelo seu chefe e "Lamento, mas você está... demitido!".

Quais são as alternativas? Sentar e chorar, esperando alguém ter pena de você? Ou despertar um espírito empreendedor, tratar logo de se melhorar, de buscar oportunidades, ciente de que certos erros e comportamentos antigos deverão ser abolidos pra sempre da nossa vida, mesmo ciente do risco disso não dar em nada?

Imagine que duas pessoas levem um pé no traseiro ao mesmo tempo. Que elas sejam demitidas no mesmo dia, da mesma empresa, numa situação que não possui nada de incomum. Enquanto uma delas opta por ficar em casa, se vitimizando, excomungando o ex-chefe, resmungando e enchendo a paciência de toda a família, a outra acorda cedo já no dia seguinte, lava o rosto, respira fundo, veste sua melhor roupa, estampa na face o seu melhor sorriso e trata logo de procurar um novo trabalho. Qual delas está mais apta a perceber uma oportunidade, por menor que ela seja?

Que tal mudar um pouco de lado no balcão? Imagine que você é o empresário ou profissional encarregado das entrevistas com futuros colaboradores. Qual destas pessoas você contrataria? A que guarda as panelas ou a que as deixa expostas, limpas, areadas e brilhando?

"Os homens são como tapetes. Às vezes precisam ser sacudidos" - Provérbio Árabe


Fonte da imagem: Clique aqui

terça-feira, 16 de outubro de 2012

4 Sinais de Que Você Ainda Não Merece um Aumento

Você sente que está empacado na sua carreira? Saiba, então, quais podem ser os erros que estão impedindo que você deslanche

Por Lygia Haydée

Um aumento nunca deixa de ser bem vindo e é um estímulo na carreira da maioria das pessoas. Mas por que será, então, que tantas pessoas acabam empacando em suas profissões, sem nem ao menos ter uma perspectiva do que será feito dali 10 anos?

Algumas atitudes mostram se você está apto a assumir novas responsabilidades, o que traz, também, novos desafios, tarefas diferenciadas e, o que muitos buscam, aumento salarial. “Para que você possa crescer o mais importante é que não caia no erro de ter falta de humildade ou de coragem para aceitar novos desafios. Você terá de fazer algo diferente, além de saber enfrentar os problemas”, diz Eduardo Amarante, um dos representantes da Dale Carnegie no Brasil.

Por incrível que pareça, dentre os erros que estão ligados ao lado profissional, muitas pessoas acabam, também, errando nas relações humanas, fator importante para obter resultados favoráveis na carreira. “De que adianta o conhecimento técnico se você não souber lidar com pessoas? Você daria uma promoção ou entregaria sua empresa ou seu cargo para alguém que não sabe lidar com os outros?”, indaga Amarante.

Junto com a promoção você terá que assumir, também, novos riscos, o que deve ser previamente planejado. “É preciso entender as novas responsabilidades trazem ônus e bônus. Então é preciso que você saiba muito bem do que está disposto a abrir mão para que essa promoção seja válida. Nós somos imediatistas, queremos resultado em um curto prazo. Mas para crescer é preciso ter metas”, avalia Mike Martins, coach e diretor executivo da SLAC. 

Com isso em mente, perceba os pontos onde você ainda está falhando e invista em seu crescimento pessoal e profissional para alcançar bons frutos. Veja os erros mais comuns que fazem com que as pessoas fiquem empacadas na carreira. 

1. Não saber lidar com a equipe 

Ter estabilidade emocional é um dos segredos para ter sucesso e muitas pessoas não dão importância a isso pensando que as relações pessoais devem ficar em segundo plano quando o assunto é profissão. “A maioria pensa apenas em si, nos seus problemas, e se esquece de ver o ponto de vista do outro”, avalia Amarante.

Se você se interessa verdadeiramente pelas outras pessoas, mesmo com suas limitações, você superará obstáculos de aprendizagem, adaptação e negociação, que são requerimentos básicos de um bom profissional. “Saber entender o ser humano é fundamental, e esse aprendizado é infinito. Estamos em constante aprendizado quando interagimos com os outros. Por isso, muitas vezes a experiência da vivência fala mais alto do que a experiência acadêmica”, recomenda o profissional.

2. Não se atualizar

Saber se relacionar não significa, no entanto, que você deve deixar o estudo de lado. “A preparação é importante, então estude e se atualize sempre”, diz Amarante. Isso fará com que você saia da sua área de conforto, natural depois de alguns anos exercendo o mesmo cargo. “A maioria das pessoas tem esse hábito e depois de um tempo não consegue mais sair do comodismo estabelecido, sempre aceitando o que lhe é imposto”, diz Martins.

Para brigar por um aumento de salário, é preciso estar atualizado sobre o seu mercado e ter, também, conhecimentos gerais. “Para que você chegue aonde quer é preciso mostrar para a empresa o que pode trazer de bom para ela”, diz Martins. Tenha iniciativa, um ponto que ainda falta a muitos profissionais e que causa boa impressão. “Se você não dá o exemplo, como vai inspirar outras pessoas? A motivação gera atenção e isso, se você tiver coragem, gera iniciativa”, pontua Amarante.

3. Ter falta de atenção

Outro erro que acaba com a imagem profissional e muitas vezes faz com o desejado aumento nunca chegue é ser desatento. “Como podemos delegar mais responsabilidades ou dar aumento para alguém que se esquece, se perde nos processos, não está atento ao que acontece ao seu redor ou fora do seu ambiente de trabalho?”, questiona Amarante.

Para fugir disso é preciso ter motivação, além de entender que a sua ação interfere em vários outros aspectos da sua vida profissional. “Se alguém falhar, prejudica todo processo”, ressalta Amarante. Aqui entra, também, a falta de confiança, presente no dia a dia de muitos profissionais. “Às vezes, podemos observar o potencial de alguém em pequenos gestos. E é nesse momento que entra o preparo profissional. Faça treinamentos, prepare-se, busque conselhos com os mais experientes, seja um bom ouvinte e observador”, aconselha.

4. Não saber onde quer chegar

Não adianta ficar apenas se queixando de tudo e de todos quando o assunto é trabalho. Para que você tenha resultado na hora de crescer na carreira é preciso, antes de tudo, que você trace um plano de carreira. “É preciso que você saiba onde você está e para que lugar você quer ir. Mapeie tudo para saber quando estará satisfeito. Crie metas de curto, médio e longo prazo”, aconselha Martins. E lembre-se de que, para crescer, é preciso correr riscos, além de ter planos.


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segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ações de Motivação Dos Funcionários Necessitam de Equipe e Líder Maduros

Como as políticas inovadoras em recursos humanos podem motivar uma equipe; e os cuidados que os gestores devem ter ao empregá-las

Marcus Vinicius Pilleggi

Com o estresse do dia a dia e a correria do mundo dos negócios, nem sempre os gestores se lembram de criar iniciativas que motivam a equipe, para proporcionar um ambiente mais unificador. Esse tipo de medida não só ajuda a dar leveza à atmosfera de trabalho como também auxilia na melhoria da comunicação entre os funcionários - um estudo recente da PMI-Rio indicou que 76% dos fracassos nos projetos dentro das empresas deve-se justamente a uma comunicação ineficiente. 

Imagine chegar dentro da empresa e encontrar funcionários com uma máscara que é um sorriso gigante. Para o empresário Marcelo Ponzoni, fundador e diretor da empresa de publicidade Rae, MP, uma equipe de bom humor só agrega valor ao trabalho. “A empresa toda ganha com esse comportamento”, afirma Ponzoni. Para proporcionar um ambiente mais divertido, oempresário implementou a Campanha de Valorização do Sorriso na empresa, que atinge funcionários, clientes e até amigos da agência. O projeto tem folders, brindes com chocolates, cartazes e até uma máscara no formato de uma boca sorridente. Para Ponzoni, em uma empresa de publicidade, que lida diretamente com o cliente, é bom ter alto astral no atendimento. Essa cultura, segundo o empresário, foi responsável pelo crescimento de 400% no faturamento da empresa nos últimos cinco anos. 

O empresário ressalta que sempre prezou pelo bom humor dentro de sua empresa desde a fundação, há 22 anos. Para ele, que completa 44 anos em 2010, isso não é algo de momento. “Desde que nasci tenho essa característica de sorrir muito, de ser bem humorado, e eu levo essa capacidade de sorrir em consideração mesmo quando vou contratar as pessoas. É um diferencial para mim; gosto de integradores aqui dentro”, afirma. Segundo ele, a empresa sempre foi assim, desde as coisas mais simples até campanhas como a Valorização do Sorriso. Para Ponzoni, motivar a equipe e deixá-la à vontade é fundamental para o sucesso de um empreendimento. Medidas como essa, garante o empresário, aperfeiçoam a comunicação interna e unificam a equipe. 

Na Enken Comunicação Digital, especializada em comunicação, publicidade e marketing digital, a forma encontrada para motivar os funcionários foi outra. Ali, cada um pode fazer seu horário. As regras são simples: os empregados devem cumprir a carga horária diária e executar os projetos dentro do prazo determinado. Cumprido isso, pouco importa que horário estarão presentes no escritório. A justificativa da iniciativa é poder deixar o empregado trabalhar quando acredita ser mais produtivo. A maioria dos funcionários da Enken, segundo seu fundador e diretor, David Reck, trabalha das 10h às 19h, mas alguns trabalham mais cedo ou mais tarde, até mesmo de madrugada. Mesmo com a flexibilidade de horário, alguns colaboradores ainda optam por trabalhar na velha rotina do horário comercial. 

Além disso, a empresa, fundada em 2004, promove ações em conjunto entre os funcionários para unificar a equipe, como passeios de bicicleta, festas ou mesmo saltos de paraquedas. Segundo Reck, isso é bom para todos se conhecerem fora do ambiente de trabalho, ainda mais numa empresa em que cada um escolhe seu horário e nem todos se encontram no escritório. A empresa também tem um espaço para descanso e atualmente está montando um local próprio para incentivar novos projetos, ideias e o empreendedorismo de seus funcionários – dando o tempo necessário para que eles se dediquem a isso. Assim, segundo Reck, novas empresas nasceriam dentro da própria Enken, que funcionaria como uma incubadora para start-ups. 


Fonte: pequenas empresas grandes negócios
fonte da imagem: gettyimages

terça-feira, 9 de outubro de 2012

5 Fatores Essenciais Para Você Ser Feliz no Trabalho

O que sua carreira deve lhe proporcionar para que você sinta prazer no trabalho

por Míriam Scavone

Ninguém é um exemplo típico de profissional insatisfeito só porque às vezes sente vontade de largar tudo o que faz e fugir para uma praia, uma casa no campo, qualquer lugar, desde que muito distante do escritório. Mas, quando esse tipo de sentimento se torna regra, é inútil fingir que as coisas vão bem e simplesmente tocar o barco em nome da sobrevivência.

Alguns fatores, não importa a área em que trabalha, são verdadeiras molas propulsoras da carreira e a fazem sentir prazer pelo trabalho. Nelson Moschetti, diretor de recursos humanos, enumera cinco deles.

Feedback
Se você sabe que é ótima profissional e quer ouvir isso da boca de seu chefe, peça a ele uma avaliação.

Promoção
Receber um aumento de salário por mérito é sempre uma delícia, não é? Monte a estratégia para chegar lá em breve.

Desenvolvimento
Nada como um bom curso para ampliar os horizontes profissionais e estimular novas conquistas.

Plano de carreira
Conscientize-se de que é possível crescer e estabeleça suas metas a médio e a longo prazo.

Espírito de equipe
É inspirador ser parte de um time. Cultive uma boa relação com seus colegas e divida com eles as vitórias. 


fonte: mdemulher.abril.com.br
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O Que se Espera de um Líder

Por Paulo Campos

É chamado de líder alguém que está em evidência pelo fato de manter-se à frente dos demais e por isso mesmo ter conseguido sobressair-se dentro de um grupo de pessoas que lhe atribuiu o direito de guiá-las. Por extensão, quando se usa essa palavra no ambiente das organizações, ela quase sempre está ligada a alguma forma de exercício de autoridade, poder, exemplo e influência. É considerado líder, aquele que, numa situação de desafio, adota papel proeminente e ao mesmo tempo assume a responsabilidade de coordenar esforços individuais dos mais diferentes tipos.

Quando se vive situações previsíveis e rotineiramente tranquilas não se percebe a necessidade de um líder. No entanto, quando a situação é de perigo e, portanto, de ameaça, embora não de forma plenamente consciente, as pessoas passam a nutrir algum tipo de expectativa com relação ao aparecimento de alguém que se responsabilize por apontar a melhor direção a seguir. Nesse momento, as pessoas colocam suas esperanças e frustrações sobre uma determinada pessoa que presumivelmente possua conhecimento, sabedoria e habilidade para resolver a dificuldade que se instalou diante delas.

A liderança não deve ser entendida como a ação de uma pessoa sobre a outra, mas como um processo de dupla direção entre o líder e o seguidor. É também uma função compartilhada no sentido de que deva ser distribuída entre outras pessoas dentro das organizações. Algumas características típicas que encontramos nos líderes estudados.

A primeira dessas características é aquela que denominou de confiança em si como a única habilidade capaz de dar ao indivíduo a força suficiente para se engajar em uma atividade desconhecida e ao mesmo tempo persuadir os demais a se aventurarem ir além aonde muitos ainda não chegaram.

A outra característica é a paixão pelo trabalho como um recurso que canaliza a energia e representa o motor da organização, sem esquecer-se do resto do universo. Os grandes líderes encontram tempo para ler, para participar de grupos sociais, frequentar teatro ou cinema e assim fazem parte de outros universos como o restante dos mortais.

A terceira característica do líder é o amor pelo outro, que o predispõe a conviver com pessoas que sejam até contrárias a ele, mostrando-se tolerante e solícito. Ele tem consciência de que raramente as pessoas lhe agradecem pelo fato das coisas irem bem e que não lhe faltarão críticas quando os resultados de suas ações não forem bons. Estes atributos nem sempre convivem juntos numa mesma pessoa, o que faz com que a liderança não seja uma atividade cômoda para a maioria dos líderes.

Dentro das várias atividades dos líderes a mais importante é a de preparar e formar seus próprios substitutos. A habilidade interpessoal do líder está necessariamente ligada a uma aguda e penetrante percepção das pessoas, ou seja, um tipo de pessoa mais intuitiva do que racional. O líder é considerado como alguém que para atingir sua eficácia depende, em muito, do seu autoconhecimento, equilíbrio e maturidade emocional. O autoconhecimento é crucial para que o líder assegure uma ação produtiva, não projetando nos liderados aspirações que sejam apenas suas. A predisposição e abertura que possuem os líderes, ao escutar aqueles que o seguem para melhor conhecê-los a fim de conseguir que deem o melhor de si mesmos.

E aqui vai uma Dica: quando for refletir sobre as suas práticas como líder observe se as suas ações demonstram que você:
  • Sabe aonde quer chegar;
  • Preocupa-se com o resultado final;
  • Estimula outros na criação de metas e;
  • É capaz de ajudar os outros a focalizarem o resultado final.


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quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Conte Para o Seu Chefe: Férias Ilimitadas Aumentam a Produtividade da Empresa

Pesquisa mostra que, quando empresas reajustam suas políticas de férias e folgas para torná-las mais flexíveis, produtividade sobe 

"Se seu trabalho estiver bem feito, não importa o lugar em que você o fez". Essa é uma frase que muitos empregados gostariam de ouvir de seus chefes. E, segundo diversos exemplos de grandes empresas que suavizam sua políticas de férias, isso não só deixa o funcionário mais feliz como também aumenta a sua produtividade.

Segundo o Fast Company, empresas como IBM, Accessibility Partners e Netflix apostaram nessa ideia e viram a produtividade crescer, de acordo com o cofundador de uma empresa de serviços online, a Hubspot. Dharmesh Shah diz que, na companhia, não há como eles rastrearem o tempo que seus funcionários passam fora da empresa, mas "uma coisa dá para saber com certeza: isso é uma forma menos estressante de gerenciamento".

Ele diz que problemas como escolha de dias para folga e até a briga por pagamento sobre hora extra trabalhada acabam se extinguindo quando se tem uma política de férias ilimitadas. E, ao que tudo indica, deu certo: o plano, que já tem dois anos, fez com que a empresa fosse nomeada a segunda entre as que mais obtiveram crescimento entre companhias de software.

Outro grande exemplo citado é o da Motley Fool, empresa de serviços financeiros em multimídias. Alison Southwick, porta-voz da companhia, diz que há encontros mensais com 250 funcionários onde um é escolhido para tirar duas semanas consecutivas de férias no mês seguinte: "Isso ajuda a saber que as pessoas estão realmente tirando os dias de folga, lavando suas almas e recarregando suas baterias", diz.

Ele explica que, "em segundo lugar, nos ajuda a lutar contra pontos falhos dentro da empresa. Quando se tira inesperadamente duas semanas de folga, você precisa ter certeza de que as outras pessoas entendem o que você faz, para que a companhia não chegue a um ponto insuportável".


Fonte: Olhar Digital
Fonte da imagem: gettyimage

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

4 Passos Para Montar um Plano de Carreira

Diretora de carreira da Right Management diz que fazer um plano de carreira é olhar em uma perspectiva e traçar objetivos ao longo do tempo

Por Edilaine Felix

Todo profissional deve ter os objetivos de sua carreira definidos. Começando pela profissão escolhida, determinar planos, mesmo que de curto prazo, para avaliar o que consegue entregar e que vai agregar valor a sua profissão é fundamental.

A diretora em transição de carreira da Right Management, Matilde Berna, diz que um plano de carreira é feito de escolhas. “A cada fase da carreira e da vida existem escolhas que são importantes avaliar. Fazer um plano de carreira é olhar em uma perspectiva e traçar objetivos ao longo do tempo”.

Em que fase da carreira você está? É preciso avaliar se está começando a carreira ou na fase de consolidação, entre 40 e 45 anos. Fazer um plano de carreira está relacionado ao que te motiva, te interessa e o que tem como objetivo.

Segundo Matilde, esses objetivos podem ser delineados todos os anos, ou em uma linha de longo prazo. É preciso analisar em que ponto você está e onde pretende chegar. "Também é importante conhecer quais suas habilidades, conhecimentos, interesses, o que te motiva efetivamente?"

Ser claro em suas escolhas. De acordo com Matilde, quando você se enxerga, sabe em que momento está, quais habilidades e conhecimentos você carrega, é mais fácil saber onde quer chegar, quais os objetivos: ser gerente?, gestor? presidente? É preciso conhecer o que falta para chegar onde você quer.

Não precisa decidir o que quer ser daqui a 20 ou 30 anos. Ao escolher uma profissão, é preciso prestar atenção no mercado para conhecer que a construção de uma carreira não é simples. “Tem percalços e conquistar os objetivos é um trabalho árduo”.

Olhar para o mercado. Conhecer a complexidade do mercado, “conhecendo os obstáculos, você traça um plano interessante, mas não irreal”, diz Matilde. Um plano de carreira não é traçado em linha reta. “É uma opção sua escolher a universidade que vai cursar, escolher a atividade que vai fazer, mas você não tem total domínio de onde vai trabalhar e se o mercado vai responder positivamente às suas ações”, destaca Matilde.

Autoconhecimento. O profissional deve buscar conhecimento sobre os significados deste trabalho em sua vida. Quanto de dinheiro quer ganhar, o quanto está disponível em relação ao tempo, a mobilidade. Segundo Matilde tudo isso é investimento financeiro e de tempo.

“O plano de carreira tem que ter clareza de quem é o profissional, das suas habilidade, do que eu já conhece e com o que tem afinidade. É muito importante olhar para o mercado e ver para onde ele está indo.

A diretora de carreira, enfatiza que quando se fala de sucesso na carreira, não estamos falando apenas de capacidade cognitiva e de habilidades, mas também de ter também boas atitudes, conduta, em qualquer ambiente.

A sua capacidade de lidar com essas relações, com os conflitos e com a pressão é fundamental para ter uma carreira bem sucedida. “Não basta ter somente uma grande capacidade técnica, e sim atitude frente aos problemas”, finaliza.


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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Dicas Para se Adaptar Mais Rápido ao Novo Emprego

Ter iniciativa e entender o ambiente são dois dos aspectos que aceleram o processo de adaptação na empresa, de acordo com dois especialistas consultados

Por Camila Pati

Hoje em dia, quem garante uma nova oportunidade profissional deve chegar à empresa já marcando gol. “Se ele não chega dando resultados, o chefe desconfia e começa a centralizar as tarefas e cria-se uma resistência contra ele”, diz Marcelo Braga, sócio da Search.

De acordo com ele, se antes os primeiros 100 dias eram de aprendizado para quem estava de casa nova, atualmente, ele tem um décimo desse tempo para aprender. “Hoje, já se fala em 10 dias de adaptação. Em áreas como comercial e de operações, por exemplo, este período é ainda mais curto”, diz.

Por isso, o profissional que se adapta rápido é mais valorizado no mercado de trabalho. Recente pesquisa da Hays, em parceria com o Centro de Pesquisas em Estratégia do Insper, indica que para 22,6% das empresas a capacidade de adaptação é a mais valorizada. 
Segundo o levantamento, que foi feito com 700 empresas, em tempos de crise, saber se adaptar vale ainda mais, sendo a principal habilidade procurada por 46,6% das empresas.

E, se o tempo de adaptação para os novatos está ficando mais enxuto, confira 5 dicas de especialistas consultados por EXAME.com pra acelerar este processo:

1. Tenha iniciativa

Um erro comum, na opinião, de Braga, é ficar esperando que a integração fique apenas a cargo da empresa. “O profissional tem que ter a iniciativa de se adaptar, fazer perguntas para começar a entender como as coisas funcionam”, diz.

Braga diz que o recém-contratado não pode ficar esperando que colegas e gestores entendam que ele é novo. “Nem todo mundo vai saber disso, principalmente, em grandes organizações”, diz.

Para a consultora organizacional Meiry Kamia, o ideal é que haja um processo de integração, organizado pela empresa. “Mas nem sempre é assim, e muitas vezes a pessoa fica “largada” ali, sem saber o que fazer”, diz.

Para quem está nessa situação, ela recomenda que busque saber quem está designado para passar as informações iniciais sobre a função e combinar um horário durante o expediente para isso.

2. Entenda o ambiente

É a regra de ouro para não se prejudicar logo de cara na nova empresa. Na opinião de Braga, a maneira de se portar é muito importante. “Muitas vezes a pessoa se queima, não pela questão técnica, e, sim, pela questão comportamental”, diz.

Agir de maneira que não condiz com o ambiente e falar demais são exemplos de comportamentos que podem minar suas chances de ser bem recebido pelos novos colegas de trabalho. “As pessoas já notam e começa a rádio peão”, diz Braga.

Meiry recomenda uma postura mais observadora. “É bom ver como todo mundo se porta, como se comunica, como se vestem para tentar se adequar ao ambiente, as pessoas não gostam de quem é muito diferente”, diz.

Além disso, Braga também lembra que não é preciso chamar toda a responsabilidade para si neste período de adaptação. É melhor entender primeiro como o trabalho é feito antes de começar a propor ajustes. “Um pouco mais de humildade na chegada é importante”, diz.

3. Visite outros departamentos

Estabelecer um bom relacionamento com todos é essencial durante o período de integração. Fazer alianças pode ajudá-lo a aumentar o seu poder de influência.

Por isso, reservar um tempo para visitar os diferentes departamentos da empresa é uma boa pedida, diz Braga. “Ele deve ir visitando as outras áreas da empresa e aproveitar para se apresentar”, recomenda.

Meiry concorda, mas faz uma ressalva. “É preciso saber o momento certo para fazer isso para não ser considerado intrusivo”, diz. Na opinião dela, se a empresa tiver uma cultura mais formal é melhor esperar ser apresentado para só então começar a estabelecer alianças.

4. Tenha seu chefe como mentor

O chefe será seu melhor mentor de carreira neste início na empresa. Ficar alinhado com ele é um passo importante para manter suas atribuições claras, evitar cobranças desnecessárias e mal entendidos.

“Como é o chefe a pessoa a quem o recém-contratado está diretamente ligado, é dele esse papel de ajudar a ultrapassar a barreira de adaptação”, diz Braga.

Pedir feedbacks para ter uma noção de como está sendo seu desenvolvimento na empresa é um bom começo, na opinião de Meiry. 
“É bom ter alguém para dar esse suporte e o ideal é que seja o chefe mesmo”, diz.

Mas, de acordo com ela, os colegas também podem ajudar com as orientações. “Diga para que se sintam à vontade em dizer se você está fazendo algo errado, este tipo de feedback é muito importante”, diz.

5. Consulte o RH

O departamento de RH é um grande aliado na compreensão do funcionamento da empresa. “Muitas informações são passadas na própria entrevista com o recrutador, mas se houver dúvida o RH é mais indicado para procurar”, diz Meiry.

“Pode ajudar a passar a cultura da organização, organograma e a estratégia da empresa”, lembra Braga. 


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segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Carreiras: Especialista dá Dicas Para Que Estresse Não Acabe Com a Sua Energia


Por Gladys Ferraz Magalhães

Ao contrário dos que muitos acreditam, dormir não é a única solução para recuperar as energias roubadas pelo estresse e enfrentar um novo dia de trabalho.

De acordo com o consultor organizacional e escritor, Eduardo Shinyashiki, uma alternativa para recuperar o ânimo e não se desesperar no trabalho é praticar atos que gerem momentos de prazer e participar de atividades lúdicas.

“Vale lembrar que as formas positivas e negativas de estresse sempre estarão presentes no cotidiano e todos nós temos condições de conduzir as situações para o melhor caminho. Uma das soluções é reverter as possíveis dificuldades através de atividades que proporcionarão momentos de plenitude”, diz.

Positivo e negativo

Ainda de acordo com Shinyashiki, existe o estresse negativo e o positivo. O primeiro seria aquele que provoca desequilíbrio emotivos e físicos, quando o indivídio tem a sensção de que não consegue ter o domínio do contexto e dos fatos. No trabalho, explica, isso acontece, por exemplo, em um momento de demissão.

Já o estresse positivo, adverte, se manifesta quando acontecem fatos produtivos, como uma promoção no trabalho, que pode trazer mais responsabilidades, mas também mais satisfações.


Fonte da imagem: gettyimages

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